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sábado, 10 de abril de 2010

Planeta Vénus está geologicamente activo

A missão espacial europeia "Venus Express" revelou que o planeta Vénus está geologicamente activo ao identificar correntes de lava relativamente recentes, pela forma como emitem radiação infravermelha.

O anúncio foi feito pela Agência Espacial Europeia (ESA). Desde há muito que os investigadores consideram que existem poucas crateras vulcânicas na superfície de Vénus e admitem a hipótese de tal se dever à existência de actividade vulcânica.

Esta evidência resulta da existência de diferenças de composição de várias áreas da superfície do planeta, em três regiões vulcânicas do mesmo.

Sue Smrekar e a sua equipa identificaram três regiões do planeta que se assemelham ao Havai, bem conhecido pela sua actividade vulcânica e demonstraram que estas regiões de Vénus têm uma intensidade de emissão mais elevada do que as regiões em torno, o que indica composições diferentes.

Na Terra, a lava reage rapidamente com o oxigénio e outros elementos da atmosfera, alterando a sua composição. Em Vénus, o processo aparenta ser similar, mas mais intenso devido à atmosfera mais quente e densa do planeta, essencialmente constituída por dióxido de carbono.

"Há alguns modelos intrigantes da forma como Vénus se pode cobrir, num curto período, com quilómetros de lava, mas isto exige que o seu interior se comporte de uma forma diferente do da Terra. Se o vulcanismo é mais gradual, isto implica que o interior do planeta pode ser mais parecido com o da Terra, sem o movimento das placas tectónicas", acrescentou Sue Smrekar

Fonte: Jornal de Notícias
Notícia completa aqui
imagem retirada daqui

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

NASA provoca explosão na Lua


Imagem: Cabeus e outras crateras da Lua

Objectivo é descobrir água no satélite lunar.

A agência espacial americana conseguiu lançar com êxito o foguete Atlas chamado Centauro contra uma cratera da Lua.

A NASA quis provocar um choque da LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite), contra a cratera Cabeus, situada perto do Polo Sul da Lua, local que os cientistas julgaram com mais hipóteses de conter vestígios de água.

Os cientistas esperam que a grande explosão permita aferir da existência, ou não, de água na Lua, através da análise de partículas que resultem da explosão. A NASA quer tentar descobrir águas, sais ou minerais hidratados.

Centauro bateu contra a Cabeus a uma velocidade de 9.000 km por hora, criando uma cratera de 20 metros de diâmetro por cinco de profundidade.

A LCROSS partiu da Terra em Junho no foguetão Atlas V, junto à sonda LRO (Lunar Reconaissance Orbiter), encarregada de elaborar uma carta detalhada do único satélite natural do nosso planeta. Isto faz parte da primeira missão do programa Constellation que prevê a volta do homem à Lua em 2020.

A viagem da LCROSS até à Lua durou três meses. Esta sonda tem 891 quilos e sofreu o mesmo destino do Centauro, quatro minutos depois, o tempo necessário para que os nove instrumentos, entre eles três espectrómetros, possam captar e determinar a natureza das partículas projetadas pelo primeiro impacto, e transmitir os dados à Terra.

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1385640
Imagem: http://science.nasa.gov/headlines/y2009/11sep_lcrosstarget.htm

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Cai Neve em Marte


Depois da descoberta de água em forma de gelo, a NASA e a Agência Espacial Europeia encontraram indícios de actividade vulcânica e de neve no planeta Marte.

Toda a notícia aqui.

domingo, 25 de maio de 2008

Sonda Phoenix chega a Marte

Créditos da imagem: NewScientistSpace
A sonda Phoenix terá chegado hoje a Marte com os objectivos de detectar a presença de matéria orgânica e de averiguar se este planeta tem condições para a vida.
"O que supomos, baseado no que se sabe sobre a vida na Terra, é que a vida, para existir, precisa de água líquida e de matéria orgânica", diz um dos membros deste projecto. "Então, vamos ver se existem moléculas orgânicas, ou gelo misturado ao solo, o que seria um sinal de que já houve água líquida ali. Com essa informação, poderemos criar experiências mais específicos para o futuro, por exemplo, para detectar DNA"
Esta sonda possui um braço de titânio e alumínio, capaz de escavar o solo até uma profundidade de meio metro. Os fragmentos recolhidos serão analisados e testados pela sonda, de modo a que se possam tirar as devidas conclusões.
Adaptado de "Estadão de Hoje"